domingo, 25 de novembro de 2012

Prospecção Bibliográfica

    


Alguns títulos que poderão enriquecer a teorização do estudo, para além da bibliografia apresentada no projeto de pesquisa.



Comunicação, Tecnologia, Internet e Redes Sociais

Os meios de comunicação como extensões do homem
A galáxia de Gutenberg
A Galáxia da Internet
A Sociedade em Rede
A Mídia na Sociedade em Rede
As Tecnologias da InteligênciaCulturas Híbridas
Metamorfose da Cultura Liberal
A ecologia pluralista da comunicação
Navegar no ciberespaço

Para navegar no século XXI
Conectado pelas ideias
Do público para as Redes Sociais
Territorialidades Humanas e Redes Sociais
Vertigem Digital
Estendendo McLuhan
De Gutenberg à Internet
O laptop de Leonardo
Cultura da Interface
O show do eu
A Hora da Geração Digital
Comunicação & Recepção
Mídias Sociais
É Preciso Salvar a Comunicação
O Poder das Redes Sociais
Socialnomics

Conectado
Cibercultura
Informar não é comunicar
Antropológica do Espelho
Leitores, espectadores e internautas
A geração superficial: o que a internet está fazendo com nossos cérebros
A comunidade Virtual
Orkut.com
A Era do Twitter
O Efeito Facebook
Blogs.com


O Livro
Fim do livro, fim dos leitores?
O fim dos livros
Livros e Telas
Livros e computador
No Mundo dos LivrosA questão dos livrosSobre livros e leituras
Livros e bibliotecas no Brasil colonial
Eu amo livros
Os livros e o Liberalismo
O poder das Bibliotecas
A culpa é dos livros


Imaginário, Tecnologias do Imaginário, Tribalização e Socialidade
Sociologia do Imaginário
Cultura Midiática e tecnologias do imaginário
O instante eterno
O Ritmo da Vida
Simulacros e Simulação
Tela Total

A sabedoria das multidões
A Religião das Máquinas
Literatura e antropologia do imaginário
O cinema ou o homem imaginário
As estrelas
As duas globalizações
A conquista do presente
Elogio da Razão Sensível
A sombra de Dioníso
A república dos bons sentimentos
Apocalipse
Sobre o Nomadismo
A contemplação do mundo

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Reportagem do Estadão sobre as dicas de livros no Youtube


No Youtube, usuários dão dicas de livros



por Lais Cattassini
Assim como existem os vídeos para dar dicas de maquiagem, ensinar artesanato e discutir cinema, há também os usuários do YouTube que discutem literatura. Chamados de “booktubers”, os canais fazem resenhas, brincadeiras, promoções e enriquecem a discussão literária online.
A professora de inglês e tradutora Tatiana Feltrin, de 30 anos, foi uma das primeiras brasileiras a entrar para a categoria, com o canal Tiny Little Things, hoje com mais de 7,7 mil usuários inscritos. Ela diz que começou a fazer vídeos em 2007. “O primeiro era sobre livros em inglês para complementar os estudos da língua. Depois passei a mostrar os livros que eu tinha lido e muita gente se interessou.”
Mais dinâmicas do que as críticas em texto, as resenhas em vídeo ainda têm a vantagem de mostrar aos usuários o tamanho do livro, da letra e até a qualidade da edição.
Considerada uma das melhores “booktubers”, a canadense Priscilla Castro, de 26 anos, mantém o canal The Readables, com mais de 21,1 mil usuários inscritos. O canal começou em 2010, inspirado pelas pessoas que usavam o YouTube para fazer críticas de filmes. Priscilla acredita que vídeos são essenciais para transmitir uma boa opinião literária. “A pessoa precisa ter uma grande paixão por livros e precisa se expressar de maneira vívida nos vídeos”, diz.
A holandesa Sanne Vliegenthart, de 23 anos, do canal Books and Quills, acha mais fácil se expressar em vídeo, e isso anima a audiência. “Eu nunca escrevi uma resenha de um livro.”

PARA ASSISTIR  
Tiny little things, de Tatiana Feltrin. Tem mais de 7,7 mil inscritos.  
The readables, de Priscilla Castro. Tem mais de 21,1 mil usuários inscritos. 
Books and quills, de Sanne Vliengthart, tem mais de 17 mil usuários inscritos. 

Reportagem sobre o Skoob no Estadão


Conheça redes sociais especializadas em livros


Os cariocas Viviane Lordello e Lindenberg Moreira queriam compartilhar com os amigos os livros de que gostavam quando criaram em 2009 o Skoob ("books" ao contrário), a primeira rede social brasileira destinada a leitores de livros. Desde então, encontrar outras pessoas na internet que leram os mesmos livros para trocar experiências, críticas e até recomendar outras leituras se tornou um hábito mais simples. Afinal, quando um livro é bom, há a necessidade de compartilhá-lo com o mundo.
Viviane conta que o Skoob foi criado para atender um grupo de amigos que queria uma alternativa online para falar de livros. Não demorou muito para que outras pessoas com a mesma necessidade se cadastrassem. Na primeira semana, 2.500 pessoas entraram para a rede. "Foi nesse momento que percebemos que havia muita gente esperando uma rede social específica para leitores", diz ela.
Com uma interface simples, o Skoob permite ao usuário listar os livros que leu, os que está lendo e os que quer ler. Também é possível apontar os livros que foram relidos e os abandonados. Há ainda a possibilidade de publicar resenhas elaboradas, divulgar o andamento da leitura e interagir com usuários que estão lendo o mesmo livro. Para aproximar leitores que têm gostos similares, a rede social ainda permite a criação de grupos que funcionam como fóruns de discussão.
"Ler é quase sempre algo que fazemos de forma solitária. Geralmente gostamos de comentar o que estamos lendo, mas é difícil encontrar pessoas que estejam lendo o mesmo livro dentro do nosso ciclo de amizades", afirma Viviane.
O site é uma paixão para a jornalista e blogueira Juliana Oliveto, de 23 anos. Criadora do site Livros e Bolinhos, Juliana usa o Skoob desde 2009. "Gosto dele pela organização que me proporciona. Posso marcar a data em que li cada livro, por exemplo. Gosto da praticidade de reunir as informações da minha estante e para poder contar quantos livros li por ano", diz.
O Skoob não é a única ferramenta do tipo. Similar a ele, o Goodreads é o pioneiro das redes sociais literárias nos Estados Unidos. O site foi desenvolvido em 2007 pelo norte-americano Otis Chandler, que diz ter tido a ideia quando passava os olhos pela estante de livros de um amigo, procurando um livro para ler. "Percebi que quando quero uma dica de leitura recorro a um amigo e não a um desconhecido em uma lista de bestsellers", disse Chandler à reportagem. "Então pensei em criar um site para ver a estante de todos os meus amigos e descobrir o que eles acharam de todos aqueles livros."
O Goodreads também permite criar uma estante virtual, que pode ser vista por todos os amigos do usuário na rede. Os títulos podem ser divididos em prateleiras temáticas ou nas categorias "li", "lendo" ou "quero ler". Também é possível compartilhar resenhas, comentários e criar grupos de discussão.
Descobertas. Além de compartilhar experiências de leitura, ambas as redes sociais possibilitam o compartilhamento de livros. No aplicativo para iPad e iPhone, o Goodreads oferece o download gratuito de títulos que já estão em domínio público. Chandler afirma que também foi pensando no mercado de e-books que a rede foi desenvolvida. "Comprar livros é algo que está migrando para o meio online. As pessoas precisam encontrar uma maneira de descobrir livros online, o que é um desafio muito maior do que avaliar os títulos em uma estante."
Além disso, Chandler cita a publicação independente como um outro fator importante para o uso das redes sociais na descoberta de novas leituras. "Se você perguntar a uma editora ou a um autor qual é o principal problema da indústria hoje eles vão dizer que é a ‘descoberta’. O Goodreads ajuda pessoas a descobrir novos livros por meio de amigos, da comunidade e de nossa ferramenta de recomendações." Com base nas avaliações do usuário, o Goodreads cria uma seleção de títulos de gêneros, temas e autores semelhantes aos listados como favoritos.
No Skoob a descoberta vai além. O site tem um espaço exclusivo para trocar livros. Os usuários podem divulgar os livros que têm e querem trocar e aqueles que gostariam de receber. "Uso o Skoob apenas para troca de livros. Não atualizo meu perfil com frequência e nem tive tempo para montar a minha estante", diz a professora de inglês e tradutora Tatiana Feltrin, de 30 anos, que faz resenhas de livros no YouTube.
O espaço também é usado por editoras, que fazem promoções para os usuários do Skoob. Responsável por algumas das obras favoritas do público da rede social, como os livros da série Harry Potter, a editora Rocco usa a ferramenta em seu favor. Para Cíntia Borges, gerente de comunicação da empresa, as promoções fazem o livro chegar a leitores em potencial. "Alguém que deseja ler o que produzimos pode funcionar como um porta-voz informal e espontâneo de nossos livros", diz.
Cada ação promovida por uma editora tem em média 5 mil participantes interessados em uma cópia do livro, o que colabora para a divulgação do título. Os gêneros variam de autoajuda, literatura infanto-juvenil e até mesmo biografias.
Seja para compartilhar experiências, descobrir novos títulos ou conhecer novos amigos, redes sociais são importantes ferramentas nesse processo. "As pessoas não querem apenas ler, mas também compartilhar suas opiniões. E sem a internet não vejo como isso poderia acontecer", afirma Juliana Oliveto.
PARA DISCUTIR
SKOOB - Criado em 2009, tem 725 mil usuários cadastrados e permite criar uma estante virtual, compartilhar resenhas, participar de discussões e trocar livros. www.skoob.com.br;
GOODREADS - Criado em 2007, tem 11 milhões de usuários cadastrados. Permite montar estantes virtuais, compartilhar resenhas e recomendar livros aos usuários. www.goodreads.com;

domingo, 21 de outubro de 2012

Good People, de Jack Johnson

     A inspiração para a criação do Skoob.



Letra

You win it's your show now
So what's it gonna be?
cause people will tune in
How many train wrecks do we need to see?
Before we lose touch
And we thought this was low
Well it's bad, getting worse?

Where'd all the good people gone?
I've been changing channels i don't see them on the tv shows
Where'd all the good people gone?
We've got heaps and heaps of what we saw

They got this and that with a rattle attack
Testing, one, two, man what you gonna do
Bad news misused, got too much to lose
Give me some truth now, who's side are we on?
Whatever you say
Turn on the boob tube, I'm in the mood to obey
So lead me astray
And by the way now?

Where'd all the good people gone?
I've been changing channels I don't see them on the tv shows
Where'd all the good people gone?
We've got heaps and heaps of what we saw

Sitting around feeling far away
So far away but I can feel the debris, can you feel it?
You interrupt me from a friendly conversation
To tell me how great this all going to be
You might notice some hesitation
Because its important to you, it's not important to me
But way down by the edge of your reason
It's beginning to show and all I really wanna know is?

Where'd all the good people gone?
I've been changing channels i don't see them on the tv shows
Where'd all the good people gone?
We got heaps and heaps of what we saw

They got this and that with a rattle attack
Testing one, two man what you gonna do
Bad news misused give me some truth
You got too much to lose
Whose side are we on today, anyway
Okay, whatever you say
Wrong and resolute but in the mood to obey
Station to station desensitizing the nation
Going, going, gone


Tradução

Você ganhou, é seu show agora
Então, o que vai ser?
Porque as pessoas irão sintonizar
Quantos trens destruídos nós precisamos ver,
Antes que percamos contato?
E nós pensávamos que isso estava baixo
Bem, está ruim, ficando pior...

Para onde todas as pessoas boas foram?
Eu estava mudando de canal e não as vi nos programas de TV
Para onde todas as pessoas boas foram?
Nós temos pilhas e pilhas de tudo que semeamos

Eles têm isso e aquilo com uma conversa rápida
Testando, um, dois, cara, o que faremos?
Notícias ruins mal usadas, há muito a perder
Dê-me alguma verdade agora, de que lado nós estamos?
Qualquer coisa que você disser
Ligue a televisão, eu estou a fim de obedecer
Então guie-me para fora do caminho
E a propósito agora...

Para onde todas as pessoas boas foram?
Eu estava mudando de canal e não as vi nos programas de TV
Para onde todas as pessoas boas foram?
Nós temos pilhas e pilhas de tudo que semeamos

Sentado, sentindo-me tão longe
Tão longe, mas eu posso sentir as ruínas, você consegue sentir?
Você me interrompe de uma conversa amigável
Para me contar como tudo está indo bem
Talvez você repare alguma hesitação
Porque isso é importante pra você, não é importante pra mim.
Mas lá no fundo da sua razão
Está começando a aparecer e o eu realmente quero saber é...

Para onde todas as pessoas boas foram?
Eu estava mudando de canal e não as vi nos programas de TV
Para onde todas as pessoas boas foram?
Nós temos pilhas e pilhas de tudo que semeamos

Eles têm isso e aquilo com uma conversa rápida
Testando, um, dois, cara, o que faremos?
Notícias ruins mal usadas, dê-me alguma verdade
Você tem muito a perder
De que lado nós estamos hoje?
Okay, qualquer coisa que você disser
Errado e determinado, mas a fim de obedecer
De estação a estação, insensibilizando a nação
Indo, indo, foi.